Meu nome é Lucas.
Minha formação começou com áreas extremamente técnicas e frias, eu estudei Engenharia Mecânica na Puc, mas depois de longos anos de carreira, descobri que eu prefiro pessoas a máquinas.
“Ares” é um apelido que adotei quando comecei a me envolver com BDSM e dinâmicas de poder em 2008.
Na época, usar um nome artístico fazia sentido. Era um mundo à margem, e proteger a identidade parecia necessário.
Hoje, mantenho porque é parte da minha história.
E porque aprendi que meu trabalho sempre foi o mesmo, hoje ele está amadurecido e tem um propósito maior:
Ajudar pessoas a reconectarem com o próprio corpo,
a aprenderem a colocar limites sem culpa,
a sentirem prazer sem medo.
O que antes eu chamava de BDSM, “práticas de poder” e Tantra, hoje chamo de “reconexão corporal e relacional”.
As técnicas foram refinadas ao longo dos anos, usando apenas o que realmente funciona.
Mas a essência é a mesma: ensinar o corpo a sentir de novo.
Foi por isso que desenvolvi um método que integra:
- Respiração consciente
- Movimento intencional
- Práticas de limite e comunicação
- Reconexão com prazer e autenticidade
Não é místico. Não é superficial.
É prático, profundo e conecta com uma parte sua que foi esquecida e engavetada.
Hoje trabalho com pessoas que estão cansadas de funcionar e querem voltar a viver.
Experiência e Formação
✓ Desde 2008 usando práticas em reconexão corporal
✓ 700+ horas de sessões realizadas
✓ Formação em Tantra Integrado (foco emocional, não sexual)
✓ Estudos em dinâmicas relacionais e comunicação autêntica
✓ Acompanhamento individual e em grupo (BH, SP, Online)
✓ Condução de Grupos de Vivências
As fotos foram tiradas durante grupos que conduzi de vivências, os participantes que estão nas fotos deram permissão para as mesmas. Os rostos foram ocultados por privacidade.
O Que Me Guia?
Ética Inegociável
Consentimento explícito em cada passo.
Você sempre pode pausar, dizer não, ou interromper.
Sua segurança emocional e física é prioridade absoluta.
Privacidade Radical
O que acontece nas sessões fica nas sessões.
Tudo que você compartilha comigo é tratado com confidencialidade absoluta.
Sua história é sua. Eu apenas a guardo com cuidado.
Respeito ao Ritmo
Não forço processos. Não apresso transformações.
Respeito profundamente o tempo de cada pessoa.
Foco no Real
Não prometo milagres. Não vendo facilidade.
Ofereço um caminho honesto de reconexão profunda.
Por que trabalho com isso?
Porque passei anos tentando separar quem eu era “profissionalmente” de quem eu era “de verdade”. Era como interpretar papéis que faziam sentido socialmente mas que apagavam minha autenticidade.
Achava que precisava esconder as partes de mim que não se encaixavam no script: o corpo, o desejo, a intensidade, tudo que não cabia numa conversa polida.
Aprendi cedo que pessoas “sérias” se anulavam para serem aceitas.
Que conexão profunda e estabilidade eram opostos.
Que havia um jeito “certo” de ser e o resto precisava ficar engavetado.
Mas o corpo não esquece.
Ele guarda tudo que tentamos ignorar.
Quando comecei a me conectar com mulheres que pareciam “empoderadas”. Carreira, família, responsabilidades todas no lugar, mas que estavam completamente desconectadas de si mesmas, eu reconheci algo.
O mesmo padrão que eu vivia.
A mesma divisão: funcionar por fora, anestesiar por dentro.
E percebi que essa divisão tem nome: dissociação. A vida dissociada da essência.
O corpo faz o mínimo para sobreviver, mas não vive de verdade.
O trabalho que faço não começou como missão.
Começou como necessidade pessoal: reconectar comigo mesmo sem precisar escolher entre “ser profundo” ou “ser funcional”, “ser autêntico” ou “ser aceito”.
Descobri que essa reconexão não vem só pela mente.
Vem também pelo corpo.
Respiração que sai do automático.
Prazer sem culpa.
Limites sem precisar se justificar.
Intensidade sem medo dela.
Conversas sem medo de rejeição.
E quando vi mulheres passarem por esse processo, saindo da anestesia, reconectando com partes delas que estavam adormecidas, integrando tudo sem precisar fragmentar,
Vi que não era só comigo.
Essa reconexão muda TUDO.
Não é terapia verbal (que ajuda até certo ponto).
Não é performance de bem-estar (que cansa de sustentar).
É o corpo voltando a ser casa.
E quando isso acontece, a mulher não só transforma a própria vida, transforma o campo ao redor dela.
Faço esse trabalho porque é o trabalho que eu precisei.
E porque vi, centenas de vezes, que quando o corpo é incluído, não tem volta.
A pessoa que reconecta não esquece como é estar inteira.



